
PROJETO “ADOÇÃO À DISTÂNCIA”
O projeto “Adoção à Distância” visa impedir que crianças em idade escolar possam se tornar vítimas dos perigos da rua, sofrendo todas as conseqüências negativas da violência, droga, prostituição e criminalidade.
A Sociedade Cultural Amigos em contato com entidades italianas, que operam neste projeto, conseguiu cerca de 100 padrinhos italianos, que aderiram a esta iniciativa.
A
Itália possui, atualmente, mais de três milhões de padrinhos amparando crianças
em diversas regiões do mundo, como na Índia, África e Iugoslávia, além do
Brasil.
Nosso objetivo é estender o projeto inclusive, oportunidades a demais voluntários brasileiros que se interessam em participar desta experiência.
Dá-se preferência, na seleção, àquela criança que estiver com maior probabilidade de ser abandonada na rua.
Como funciona o projeto?
A criança, “o afilhado (a)”
* Continua morando com sua família;
* Freqüenta a escola;
* Receber acompanhamento constante.
Obedecendo a estes critérios, as nossas crianças passam um período do dia na escola e outro, na entidade assistencial, que se responsabiliza em acolhê-la.
No
núcleo assistencial, a criança recebe alimentação, assistência nas tarefas
escolares e orientação sobre os hábitos
corretos de higiene e de saúde, participa de atividades recreativas e
educativas, além de contar com a possibilidade do aprendizado de ofícios
diversos, através da realização de vários cursos, conforme seus desejos e
aptidões.
Nos nossos núcleos, as crianças são respeitadas em suas crenças religiosas.
Os padrinhos acompanham o crescimento da criança, se comprometendo a:
Contribuir com uma mensalidade financeira para auxiliar os custos;
Manter um relacionamento pessoal com o seu afilhado, através de cartas ou visitas,conforme a possibilidade e o regulamento do núcleo assistencial.
Não se trata de adoção jurídica, mas de um auxílio, para o crescimento integral da criança.
Nossa experiência, desde 1996, mostra que, muitas vezes, quem é mais ajudado é quem ajuda.
A contribuição financeira é livre, como também a permanência no projeto.
Quem
quiser participar, apadrinhando uma determinada criança, a
mensalidade
gira em torno de R$ 80,00.
Quem não puder contribuir com a quantia supra, poderá colaborar, conjuntamente, na formação de um grupo/ “família”, que pode ser definido pelo núcleo assistencial, até que o valor recebido atinja a contribuição mínima estipulada acima.
A contribuição do padrinho é oferecida à entidade assistencial.
Abaixo dados para deposito da contribuição:
FAVORECIDO: Associação São Francisco de Assis
BANCO BANESPA
CONTA CORRENTE: 13000978-0
AGENCIA: 0257 - HIGIENÓPOLIS
RIBEIRÃO PRETO - SP - BRASIL
Há uma severa fiscalização por parte do Projeto Internacional e dos Governos Europeus, que, periodicamente, visitam as entidades e as crianças assistidas.
São verificados, constantemente, o progresso das crianças, bem como a aplicação da verba recebida, se está sendo, efetivamente, utilizada em benefício das mesmas.
O projeto italiano “Adoção à Distância” [http:// www.adozioniadistanza.org /collaboratori.htm] tem como responsável, na cidade de Ribeirão Preto, a Sociedade Cultural “Amigos da Itália”, através de seu Diretor, Mario Palumbo e de seu assistente, co-responsável pelo projeto, Padre Gisberto Pugliese.
SOCIEDADE CULTURAL AMIGOS DA ITÁLIA
Rua São Sebastião, 1520
CEP. : 14.015-040
Fone: (016) 610.4146
RIBEIRÃO PRETO- SP
A
experiência que adquirimos,como também a experiência internacional,
nos ensina que ha uma necessidades constantes de feedback entre associação
assistencial, padrinhos e afiliados e família dos adotados e uma constante
reeducação.
A Arte da educação se cria a cada instante, isso porém não dispensa de examinar a experiência se inspirar nela.
Na educação o elemento caótico é o mais freqüente e o educador nunca tem a certeza matemática que aquela determinada conduta educativa e sua dosagem é a certa. Porém isso não deve desanimar ninguém., pois a boa vontade, a inteligência e o amor suprem qualquer deficiência.
È importante que o padrinho seja sempre norteado pela vontade mais de ajudar do que ser ajudado. `E um perigo que sempre ocorre em qualquer relacionamento afetivo.
aqui vamos sugerir alguma linha de conduta para ajudar a todos nós nesta caminhada que estamos iniciando, com o auxílio divino.
Como os padrinhos podem auxiliar os afiliados?
A contribuição financeira se é a primeira, com certeza não é a mais importante. E a afetiva como pode ser dada?
Cremos que, como não se pode dar o auxílio econômico diretamente para a criança
e para a
família,
assim também o auxílio afetivo e educacional seja para o afiliado como para a
família, deva passar através do Atendimento à Criança e Adolescente na
Instituição, que através de pessoas que conhecem a família e devidamente
preparadas, fazem passar a contribuição para o afiliado.
Seria importante que a ajuda e eventual visita às famílias fosse orientada por assistente social. e psicólogos que saberão dosar o auxílio afetivo e evitar que o auxilio em bens material se transforme em paternalismo.
Cremos que a visita dos padrinhos nas famílias do assistidos deva ser sempre realizada em dupla. Se for casal melhor. Seria interessante que a visita dos padrinhos nas famílias fosse limitada a poucas vezes ao ano. Poderíamos aprender com a experiência que a prefeitura de Ribeirão Preto, ou outras experiências melhor sucedidas.
Quanto às visitas aqui na Associação das Irmãs talvez possa ser realizada uma vez por mês. Deixamos o critério para as irmãs.