Amigo, Irmão, Mario.
Há que se deixar de
lado. Diria que se rasgar o protocolo. A convencional passividade com que as
pessoas como que deságuam em turvas águas de um lago, mas parecem estar
convencidas de contempla-lo límpido, sereno e refrescante.Que lago seria
esse? A virada de calendário. A contagem material, numérica e rotineira de
mais um entra-e-sai de ano, ante um mero calendário temporal... Ouvi o prof.
Abreu Dalari, ao criticar a Imprensa atual, como um todo, afirmar que ela
ajuda a construir um farsa tétrica no mundo de hoje. E torna-se porta-voz
desse outro logro, que é a "globalização". E indaga como poderia ser
verossímil apregoar aos quatro ventos um contato sem fronteiras, que somente
vale para transações financeiras, mas não vale para quem, trabalhando
incessantemente, é que gera todo o volume do dinheiro, que acaba sempre na
posse de minorias ditatoriais. E concluiu acentuando que a Imprensa tem que
divulgar Noticias Boas. E suspender essa hipócrita postura que somente o que
é chocante e ruim polariza as massas... Outro pólo magnético a me atrair
nestes momentos está na crônica de Leonardo Boff, em que enfoca a pessoa, o
exemplo do centenário Oscar Nyemeier. E para terminar, me reporto ao
ensinamento corporificado no lema sempre novo de BENTO DE NURSIA: CONVERSIO
MORUM!
De coração estão, são,
crescem e vivem nossos vínculos.
Fábio e Candinha Martins