Dos Livros - Frei Betto

Sinfonia Universal

A Cosmovisão de Teilhard Chardin

Editora  Ática

  Que tal Teilhard Patrono do MPC?

Nas paginas 66 e s., o autor traça um perfil do Teilhard.  

Ostracismo, exílio, exclusão...

“Trabalhador na reconstrução do espírito”.

Não lhe é permitido aceitar a cadeira do Colégio da França.

Não lhe é consentido divulgar sua idéias.

Entusiasma-se pelos padres-operários.

Apesar de tudo não confunde compromissos institucionais com obscurantismo intelectual.

Busca a verdade lá há onde ela estiver.

Censurado, calado, exilado e marginalizado, não abandona suas pesquisas convencido de que a posteridade lhe daria razão...

Obedece sem conceder (Galileu) luta pelo direito de publicar seus escritos.

Solitário em sua luta, não se deixa abater e reconhece que a profecia é um espelho no qual sempre se reflete a má consciência do poder. 

A verdade é filha do tempo, afirma o Frei Betto.  

Após está síntese poderiamos concluir:

Mutatis muntadis, o perfil de Teilhard é muito semelhante a os dos colegas do MPC.

É preciso valorizar a consciência, a liberdade dos filhos de Deus.

Não se acomodar nas leis.

“A instituição não me quer, eu também não quero nada”, é a voz do comodismo;

Teilhard busca e acha a verdade nas pedras.

Que tal nós buscarmos a verdade nas coisas simples da vida, na família, por exemplo e nos seus desafios?

Afinal família é o próprio Deus!

  O teólogo Luis Baraúna, que assessorou os Bispos do Brasil no Concilio Vaticano II,

 agora morador de Ribeirão Preto, diz que o Vaticano II deve muito a Teilhard de Chardin, só que nunca é citado.

   Saiu uma obra em cinco volumes sob a coordenação de Giussepe Alberico sobre o Vaticano II da qual o Barauna é autor da participação brasileira no Concílio.  

Título da Obra é:

Stória del Concilio Vaticano II 

Editora Il Mulino

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