
Dia 1º de Maio tive a graça de batizar minha neta Giulia, que recebeu a mesma veste batismal com a qual batizou seu filho Júnior.
Rodeado
por uma centena de parentes e amigos procedemos à celebração.Estavam presentes
dois padres celibatários e dois casados.

Os presentes introduziram a Giulia na residência e todos juntos realizaram a celebração, com gestos e orações. Os padres celibatários presidiram o ritual. Coube ao "Nonno" realizar o batismo, imergindo a neta na água batismal. Proferiu, comovido, a formula sacramental entre o reverente silêncio dos presentes e os aplausos ao Ressuscitado, que se seguiram.Todos de vela acesas na mão, renovaram a adesão a Cristo. A palavra foi franqueada, como também as preces livres e os votos para a criança. Seguiu a celebração da Eucaristia onde todos concelebraram padres, familiares e amigos, com a alegria do Espírito. Com simplicidade todos participaram comendo do mesmo Pão e bebendo no mesmo Copo. Nos momentos mais solenes havia um profundo reverente silêncio, às vezes, permeados pela espontaneidade das crianças ou do místico som da flauta assoprada pela maestria e competência do amigo Nestor Müller. O Agape continuou com o fraternal, tradicional churrasco.
Celebrações de massa e as dominicais dentro dos templos são necessárias, mas acreditamos, que as manifestações coletivas devem ser precedidas pela oração individual e familiar. Quantas vezes o preceito mata o sacramento e a participação ao rito torna-se apenas um mero desencargo de consciência devido à imposição, sem tocar em outros aspectos que tornam nossas celebrações eclesiásticas maçantes, verdadeiros sacrifícios impostos por um deus ritual, nada vivo.
As famílias dos padres casados que mantém sua fé em Cristo, contribuem, para a volta das comunidades primitivas, onde se realizava a distribuição da Palavra e a Fracção do Pão, seja na família, como na comunidade de amigos: Este é o Corpo que é dado, este é o sangue que é derramado!

MARIA, NA CAPELA DA RESIDÊNCIA QUE LEVA
O NOME DA FAMÍLIA:

NOSSA SENHORA DE TOLEDO PALUMBO