De: Alvaro Celso
Para: oraetlabora@oraetlabora.com.br
 

 AÇÔES CONCRETAS


 
Caros irmãos,
Graça e Paz!

Diaten de tantas manifestações gostaria de fazer algumas observações, que acredito eu, sejam importantes para o futuro do MPC, se realmente queremos que o movimento tenha um futuro:

  1. É preciso rever o modelo do movimento.
    Se realmente acreditamos que o celibato legalmente imposto deve acabar, precisamos rever a maneira como esta organizado o movimento, precisamos abri-lo para homens casados que se sentem chamado a vocação sacerdotal. Apoiar a abertura para o sacerdócio feminino, medidas como estas serviriam para engrossar, renovar e revigorar o movimento.
  2. Ser um movimento que tenha espaço para as diferentes posições.
    Neste caso, apoiar os membros que queiram criar comunidades de fé e exercer suas funções presiterais nela, mas parece que este assunto é sempre mau visto, mas aqueles que criticam na sua maioria das vezes não tomam atitude nenhuma, muito pelo contrário. O movimento deve ser um espaço para exercício da liberdade, quem quiser celebrar, organize uma comunidade, se ligue a uma instituição e celebre. Quem não quiser, se organize com aqueles que não querem, lacem uma proposta de trabalho e executem, mas que querer achar que o seu caminho é o Caminho. Ambos devem se respeitar.

Porque não se perguntam o motivo que levam os jovens padres casados a não a participarem do movimento?

Porque o movimento está tão fragilizado, tão fraco?

Não será a hora de ser rever o modelo?

Vejam o CORPUS, movimentos dos padres casados nos EUA, tem uma parceria com a EC, e dos 40 presbiteros da Igreja Católica Ecumênica, que na verdade é uma comunhão de comunidade de fé, 20 são do CORPUS( Movimento dos padres casados dos EUA ).

A diferença é que eles agem, hoje eles defendem a ordenação feminina, não só o fim do celibato, mas a ordenação de homens casados, etc. Me parece ter hoje 1500 membros entre padres casados, homens casados vocacionados, mulheres casadas vocacionadas e etc.

O que estamos esperando, aqui estamos nos movendo.

Forte abraço!

Álvaro