Encontro da Virada.

Creio que no Encontro ñ haverá nenhuma ordenação episcopal. Creio que o debate está nos amadurecendo e impulsinando para a Virada. Qual?  Se não morrermos ñ haverá vida.

Alguém coloca a celebração como meio necesário para a evangelização, pois  povo está acostumado com as celebrações e é um meio eficaz para levar a palavra e o pão da eucaristia. Nada contra se é realizada como em Vitória, a pedido dos próprios fieis  com total disprendimento do Pe. Paulo. Neste caso o aval de um bispo seria até de se ponderar.
Outras experiencias de igrejas católicas não romanas, mais parecem insistir em liturgias que mais refletem uma necessidade inconsciente de poderio do que um morrer para dar vida.
Há necesidade de formar comunidades? Há mil maneiras de se fazer isso. A començar da própria familia, do ambiente do trabalho: fazer um trabalho voluntário nas escolas, hospitais, etc.
O mais certo é ir aos pobres, rejeitados, não tanto para uma ajuda material que é importante e é o inicio, mas sobretudo, para estar ao lado deles!  Conquistando eles, revelar o Pai através de Jesus, mas isso, mais com atidude que com palavras. Depois vem a palavra e quando a comunidade tiver mais preparada realizar a Ceia. Me parece que Leonardo Bof faz isso nas favelas. Se o Papa nos aceitaria para voltar nas sacrestias, se o papa liberasse o celibato amanhã, isso resolveria? Talvez até pioraria. A formaçao clerical, no geral, é para o poder, a formação critã é para a morte a si mesmo e daí vem a vida. Tudo será bom com isso e tudo será inutil sem isso.