Palumbo x bispos diocesanos
Meu relacionamento com os bispos sempre foi respeitoso e franco. A todos me apresento como padre casado.
Uns pediram-me de dar palestras, outro de entrar no rebanho, mas não especificou que quis dizer e nem me importei muito com isso.
A um bispo, falei da dificuldade divulgar a oração na forma de Meditação Cristã junto ao clero. Geralmente estão muito ocupados para isso. Dizem que tem a pastoral deles e a própria espiritualidade e nem param para ouvir. A esta minha queixa o bispo me respondeu: "Eles não tem nenhuma espiritualidade. Rezam a missa mecanicamente, não tem vida de oração!"(Sic)
Ouvir isso sem nenhuma reticência, me surpreendeu. E respondi ao bispo:" Já que o Sr. abriu seu coração para mim, vou abrir-me com o Sr. Desde que deixei o ministério realizei alguma cerimônia de casamento. Divorciados...Pessoas que se desentenderem com o vigário por causa de cursinhos, ou que não podem pagar os custos do processo de anulamento do primeiro casamento e assim em diante...
Geralmente procuro que se entendam com o vigário, só aceito, quando vejo que vale a pena dar uma tranqüilidade espiritual. Não aceito nenhuma recompensa.E ñ faço nenhuma propaganda, Inicio o rito religioso, geralmente em clubes, dizendo que estamos unidos em nome de nenhuma religião e que vamos rezar para a felicidade dos noivos, convido todos a participar e abençoar no momento oportuno... Com mais surpresa o bispo me respondeu que estou agindo bem, pois não realizo a cerimônia em nome da igreja católica e ajudo pessoas.(Sic)