Paulo Jorge Lucio nos brinda com um novo livro cuja finalidade é alertar a igreja sobre a influência do celibato obrigatório nas questões dos desvios morais do clero "homens de Deus que das vezes se tornam predadores".
É mais uma voz que se levanta contra este absurdo que tanto sofrimento acarreta e encontra solução somente no insolúvel problema do mal.

O amigo e colega no sacramento da ordem e do matrimonio, com mais este trabalho mostra sua fidelidade a Cristo e sua igreja.
As orelhas do livro são como que colunas que regem toda a construção do trabalho do padre casado Paulo Lucio. A primeira coluna mostra a palavra de Deus a respeito da importância do homem não ficar sozinho, da eminência do casamento e da família também para padres e bispos, pois, se eles não souberem administrar as próprias famílias, como poderiam governar a Igreja de Deus?
E o Apostolo Paulo continua que é bom que cada homem tenha sua esposa e cada mulher seu marido até para evitar desvios de conduta .
A outra coluna, orelha do livro, mostra como antigos teólogos, influenciados pelo platonismo e maniqueísmo, tecem toda uma doutrina que repudia as relações sexuais e toleram o matrimonio como um mal necessário. Todo este pessimismo ao longo dos séculos gerou  muito sofrimento e puritanismo e é um dos fatores da lei positiva humana do celibato obrigatório para quem desejar ter acesso ao sacerdócio. A narrativa dos fatos criminosos, no corpo do livro, constitui documento de acusação para que venha abolida a obrigatoriedade da lei do celibato eclesiástico.