Prática fundamental na vida monástica, tratada por São Bento no capítulo 6 da Regra. O silêncio beneditino não é apenas ausência de palavras, mas presença de atenção. É o espaço onde a escuta de Deus se torna possível. São Bento cita o Profeta: "Guardarei os meus caminhos para não pecar com a minha língua" (Sl 38,2).
Referências no Ora et Labora
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