Consagração a Nossa Senhora
Ó Maria, Virgem Poderosa, Vós sois a grande e ilustre protetora da Igreja; Vós sois o auxílio maravilhoso dos cristãos; Vós sois terrível como um exército em ordem de batalha; Vós destruístes sozinha todas as heresias no mundo inteiro. Nas angústias, nas lutas e nas necessidades, defendei-nos do inimigo e, na hora da morte, acolhei a nossa alma no Paraíso. Amém. Eu, (nome), Vos escolho hoje, ó Maria, na presença de toda a corte celeste, como minha Mãe e minha Rainha. Entrego-Vos e consagro-Vos, com inteira submissão e amor, o meu corpo e a minha alma, os meus bens interiores e exteriores, e o valor mesmo das minhas boas obras passadas, presentes e futuras, deixando-Vos inteiro e pleno direito de dispor de mim e de tudo o que me pertence, sem exceção, segundo a Vossa vontade, para a maior glória de Deus, no tempo e na eternidade. Amém.
Contexto
A Consagração a Maria é uma prática difundida por São Luís Maria Grignion de Montfort em seu Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem. É uma entrega total a Deus por meio de Maria.
Orações relacionadas
- Ave-MariaA Ave-Maria combina a saudação do Arcanjo Gabriel a Maria na Anunciação (Lc 1,28), a saudação de Isabel na Visitação (Lc 1,42), e a súplica da Igreja à Mãe de Deus.
- Salve RainhaA Salve Rainha é uma das quatro antífonas marianas do Ofício Divino. Atribuída a diversos autores, entre eles Hermano Contracto (séc. XI), monge beneditino. É rezada ao final do Santo Rosário e das Completas.
- AngelusO Angelus é rezado três vezes ao dia: às 6h, ao meio-dia e às 18h, ao som dos sinos. Recorda o mistério da Encarnação do Verbo. No Tempo Pascal (da Páscoa a Pentecostes), é substituído pelo Regina Caeli.
- Regina Caeli (Rainha do Céu)Antífona mariana rezada no Tempo Pascal (da Páscoa a Pentecostes) em substituição ao Angelus. Celebra a alegria da Ressurreição de Cristo junto com Maria.