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62 resultados para “humildade”.
Bíblia(10)
- Judite 8,16Por isso humilhemos diante dele as nossas almas e, postos num espirito de humildade, como seus servos,
- Judite 8,17digamos ao Senhor, com lágrimas, que use connosco da sua misericórdia segundo a sua vontade, para que, assim como se perturbou o nosso coração por causa da soberba dos nossos inimigos, assim também nós sejamos glorificados pela nossa humildade.
- Judite 8,20Esperemos com humildade as suas consolações, e ele vingará o nosso sangue das aflições que nos causam os nossos inimigos; humilhará todas as nações que se levantam contra nós e cobri-las-á de ignomínia o Senhor nosso Deus.
- Provérbios 11,2Onde houver soberba, aí haverá também ignomínia; onde porém há humildade, ai há igualmente sabedoria.
- Provérbios 15,33O temor do Senhor é a escola da sabedoria, e a humildade precede a glória.
- Provérbios 18,12O coração do homem exalta-se antes da sua queda, mas a humildade precede a glória.
- Provérbios 22,4O prêmio da humildade é o temor do Senhor, as riquezas, a glória e a vida.
- Eclesiástico 13,24E, assim como a humildade é a abominação do soberbo, assim também o pobre é a execração do rico.
- Atos Dos Apóstolos 20,19servindo o Senhor com toda a humildade, entre as lágrimas e as provações que me sobrevieram das maquinações dos Judeus.
- Carta Aos Efésios 4,2com toda a humildade, mansidão e paciência, suportando-vos uns aos outros por caridade,
Regra de São Bento(10)
- Capítulo 3 — Da convocação dos irmãos a conselhoDêem pois os irmãos o seu conselho com toda a submissão da humildade e não ousem defender arrogantemente o seu parecer, e
- Capítulo 5 — Da obediênciaO primeiro grau da humildade é a obediência sem demora.
- Capítulo 6 — Do silêncioPor isso, se é preciso pedir alguma coisa ao superior, que se peça com toda a humildade e submissão da reverência.
- Capítulo 7 — Da humildadeSe, portanto, irmãos, queremos atingir o cume da suma humildade e se queremos chegar rapidamente àquela exaltação celeste para a qual se sobe pela humildade da vida presente,
- Capítulo 7 — Da humildadeEssa descida e subida, sem dúvida, outra coisa não significa, para nós, senão que pela exaltação se desce e pela humildade se sobe.
- Capítulo 7 — Da humildadeQuanto aos lados da escada, dizemos que são o nosso corpo e alma, e nesses lados a vocação divina inseriu, para serem galgados, os diversos graus da humildade e da disciplina.
- Capítulo 7 — Da humildadeAssim, o primeiro grau da humildade consiste em que, pondo sempre o monge diante dos olhos o temor de Deus, evite, absolutamente, qualquer esquecimento,
- Capítulo 7 — Da humildadeO segundo grau da humildade consiste em que, não amando a própria vontade, não se deleite o monge em realizar os seus desejos,
- Capítulo 7 — Da humildadeO terceiro grau da humildade consiste em que, por amor de Deus, se submeta o monge, com inteira obediência ao superior, imitando o Senhor, de quem disse o Apóstolo: "Fez-se obediente até a morte".
- Capítulo 7 — Da humildadeO quarto grau da humildade consiste em que, no exercício dessa mesma obediência abrace o monge a paciência, de ânimo sereno, nas coisas duras e adversas, ainda mesmo que se lhe tenham dirigido injúrias,
Catecismo(10)
- §159Fé e ciência. «Muito embora a fé esteja acima da razão, nunca pode haver verdadeiro desacordo entre ambas: o mesmo Deus, que revela os mistérios e comunica a fé, também acendeu no espírito humano a luz da razão. E Deus não pode negar-Se a Si próprio, nem a verdade pode jamais contradizer a verdade» . «É por isso que a busca metódica, em todos os domínios do saber, se for conduzida de modo verdadeiramente científico e segundo as normas da moral, jamais estará em oposição à fé: as realidades profanas e as da fé encontram a sua origem num só e mesmo Deus. Mais ainda: aquele que se esforça, com perseverança e humildade, por penetrar no segredo das coisas, é como que conduzido pela mão de Deus, que sustenta todos os seres e faz que eles sejam o que são, mesmo que não tenha consciência disso» .
- §299Uma vez que Deus cria com sabedoria, a criação possui ordem. «Dispusestes tudo com medida, número e peso» (Sb 11, 20). Criada no Verbo e pelo Verbo eterno, «que é a imagem do Deus invisível» (Cl 1, 15), a criação destina-se e orienta-se para o homem, imagem de Deus , chamado ele próprio a uma relação pessoal com Deus. A nossa inteligência, participante da luz do intelecto divino, pode entender o que Deus nos diz pela sua criação , sem dúvida com grande esforço e num espírito de humildade e de respeito perante o Criador e a sua obra . Saída da bondade divina, a criação partilha dessa bondade («E Deus viu que isto era bom [...] muito bom»: Gn 1, 4. 10. 12. 18. 21. 31). Porque a criação é querida por Deus como um dom orientado para o homem, como herança que lhe é destinada e confiada. A Igreja, em diversas ocasiões, viu-se na necessidade de defender a bondade da criação, mesmo a do mundo material .
- §344Existe uma solidariedade entre todas as criaturas pelo facto de todas terem o mesmo Criador e todas serem ordenadas para a sua glória: «Louvado sejas meu Senhor, com todas as tuas criaturas, especialmente o meu senhor irmão Sol,o qual faz o dia e por ele nos alumiaE ele é belo e radiante com grande esplendor:de Ti. Altíssimo, nos dá ele a imagem [...] Louvado sejas, meu Senhor, pela irmã água, que é tão útil e humilde, e preciosa e casta [...] Louvado sejas, meu Senhor, pela nossa irmã, a mãe terra, que nos sustenta e governa,e produz variados frutos,com flores coloridas, e verduras [...] Louvai e bendizei a meu Senhor,e dai-lhe graças e servi-o com grande humildade» .
- §525Jesus nasceu na humildade dum estábulo, no seio duma família pobre . As primeiras testemunhas deste acontecimento são simples pastores. E é nesta pobreza que se manifesta a glória do céu . A Igreja não se cansa de cantar a glória desta noite: «Hoje a Virgem dá à luz o Eternoe a terra oferece uma gruta ao Inacessível.Cantam-n'O os anjos e os pastores,e com a estrela os magos põem-se a caminho, porque Tu nasceste para nós,pequeno Infante. Deus eterno!»
- §559Como vai Jerusalém acolher o seu Messias? Embora tenha sempre evitado as tentativas populares de O fazerem rei , Jesus escolheu o momento e preparou os pormenores da sua entrada messiânica na cidade de «David, seu pai» (Lc 1, 32) . E é aclamado como filho de David e como aquele que traz a salvação («Hosanna» quer dizer «então salva!», «dá a salvação»). Ora, o «rei da glória» (Sl 24, 7-10) entra na «sua cidade», «montado num jumento» (Zc 9, 9). Não conquista a filha de Sião, figura da sua Igreja, nem pela astúcia nem pela violência, mas pela humildade que dá testemunho da verdade . Por isso é que, naquele dia, os súbditos do seu Reino, são as crianças e os «pobres de Deus», que O aclamam, tal como os anjos O tinham anunciado aos pastores . A aclamação deles: «Bendito o que vem em nome do Senhor» (Sl 118, 26) é retomada pela Igreja no «Sanctus» da Liturgia Eucarística, a abrir o memorial da Páscoa do Senhor.
- §724Em Maria, o Espírito Santo manifesta o Filho do Pai feito Filho da Virgem. Ela é a sarça ardente da teofania definitiva: cheia do Espírito Santo, mostra o Verbo na humildade da sua carne; e é aos pobres e às primícias das nações que Ela O dá a conhecer.
- §732Neste dia, revelou-Se plenamente a Santíssima Trindade. A partir deste dia, o Reino anunciado por Cristo abre-se aos que n'Ele crêem. Na humildade da carne e na fé, eles participam já na comunhão da Santíssima Trindade. Pela sua vinda, que não cessará jamais, o Espírito Santo faz entrar no mundo nos «últimos tempos», no tempo da Igreja, no Reino já herdado mas ainda não consumado: «Nós vimos a verdadeira Luz, recebemos o Espírito celeste, encontrámos a verdadeira fé: adoramos a Trindade indivisível, porque foi Ela que nos salvou» .
- §768Para que a Igreja possa realizar a sua missão, o Espírito Santo «enriquece-a e guia-a com diversos dons hierárquicos e carismáticos» . Pelo que a Igreja, enriquecida com os dons do seu fundador e guardando fielmente os seus preceitos de caridade, de humildade e de abnegação, recebe a missão de anunciar e instaurar o Reino de Cristo e de Deus em todos os povos, e constitui o germe e o princípio deste mesmo Reino na terra» .
- §771«Cristo, mediador único, constitui e continuamente sustenta sobre a terra, como um todo visível, a sua Igreja santa, comunidade de fé, esperança e amor, por meio da qual difunde em todos a verdade e a graça». A Igreja é, simultaneamente: – «sociedade dotada de órgãos hierárquicos e corpo místico de Cristo»; – «agrupamento visível e comunidade espiritual»;– «Igreja terrestre e Igreja ornada com os bens celestes». Estas dimensões constituem, em conjunto, «uma única realidade complexa, formada pelo duplo elemento humano e divino» . É próprio da Igreja ser «simultaneamente humana e divina, visível e dotada de elementos invisíveis, empenhada na acção e dada à contemplação, presente no mundo e, todavia, peregrina; mas de tal forma que o que nela é humano se deve ordenar e subordinar ao divino, o visível ao invisível, a acção à contemplação, e o presente à cidade futura que buscamos» . «Humildade! Sublimidade! Tenda de Cedar e santuário de Deus; habitação terrena e palácio celeste; casa de barro e corte real; corpo mortal e templo de luz; enfim, objecto de desprezo para os orgulhosos e esposa de Cristo! Ela é morena mas bela, ó filhas de Jerusalém; ela que, empalidecida pela fadiga e sofrimento dum longo exílio, tem, no entanto, por ornamento a beleza celeste» .
- §1450«Poenitentia cogit peccatorem omnia libenter sufferre; in corde eius contritio, in ore confessio, in opere tota humilitas vel fructifera satisfactio – A penitência leva o pecador a tudo suportar de bom grado: no coração, a contrição; na boca, a confissão; nas obras, toda a humildade e frutuosa satisfação» .A CONTRIÇÃO
Documentos da Igreja(10)
- Lumen Gentium — §5O mistério da santa Igreja manifesta-se na sua fundação. O Senhor Jesus deu início à Sua Igreja pregando a boa nova do advento do Reino de Deus prometido desde há séculos nas Escrituras: «cumpriu-se o tempo, o Reino de Deus está próximo» (Mc. 1,15; cfr. Mt. 4,17). Este Reino manifesta-se na palavra,
- Lumen Gentium — §8Cristo, mediador único, estabelece e continuamente sustenta sobre a terra, como um todo visível, a Sua santa Igreja, comunidade de fé, esperança e amor, por meio da qual difunde em todos a verdade e a graça . Porém, a sociedade organizada hierarquicamente, e o Corpo místico de Cristo, o agrupamento
- Lumen Gentium — §36Tendo-se feito obediente até à morte e tendo sido, por este motivo, exaltado pelo Pai (cfr. Fil. 2, 8-9), entrou Cristo na glória do Seu reino. Todas as coisas Lhe estão sujeitas, até que Ele se submeta, e a todas as criaturas, ao Pai, para que Deus seja tudo em todos (cfr. 1 Cor. 15, 27-28). Comuni
- Lumen Gentium — §40Jesus, mestre e modelo divino de toda a perfeição, pregou a santidade de vida, de que Ele é autor e consumador, a todos e a cada um dos seus discípulos, de qualquer condição: «sede perfeitos como vosso Pai celeste é perfeito» (Mt. 5,48) . A todos enviou o Espírito Santo, que os move interiormente a
- Lumen Gentium — §41Nos vários géneros e ocupações da vida, é sempre a mesma a santidade que é cultivada por aqueles que são conduzidos pelo Espírito de Deus e, obedientes à voz do Pai, adorando em espírito e verdade a Deus Pai, seguem a Cristo pobre, humilde, e levando a cruz, a fim de merecerem ser participantes da S
- Lumen Gentium — §42«Deus é caridade e quem permanece na caridade, permanece em Deus e Deus nele» (1 Jo. 4,16). Ora, Deus difundiu a sua caridade nos nossos corações, por meio do Espírito Santo, que nos foi dado (cfr. Rom. 5,5). Sendo assim, o primeiro e mais necessário dom é a caridade, com que amamos a Deus sobre tod
- Unitatis Redintegratio — §4Hoje, em muitas partes do mundo, mediante o sopro da graça do Espírito Santo, empreendem-se, pela oração, pela palavra e pela acção, muitas tentativas de aproximação daquela plenitude de unidade que Jesus Cristo quis. Este sagrado Concilio, portanto, exorta todos os fiéis a que, reconhecendo os sina
- Unitatis Redintegratio — §7Não há verdadeiro ecumenismo sem conversão interior. É que os anseios de unidade nascem e amadurecem a partir da renovação da mente , da abnegação de si mesmo e da libérrima efusão da caridade. Por isso, devemos implorar do Espírito divino a graça da sincera abnegação, humildade e mansidão em servir
- Unitatis Redintegratio — §11O modo e o método de formular a doutrina católica de forma alguma devem transformar-se em obstáculo por diálogo com os irmãos. É absolutamente necessário que toda a doutrina seja exposta com clareza. Nada tão alheio ao ecumenismo como aquele falso irenismo pelo qual a pureza da doutrina católica sob
- Perfectae Caritatis — §5Os membros de todo e qualquer Instituto lembrem-se sobretudo que responderam à vocação divina pela profissão dos conselhos evangélicos, não só para morrerem ao pecado, mas também para, renunciando ao mundo, viverem exclusivamente para Deus. Puseram toda a vida ao Seu serviço, o que constitui uma con
Vida de São Bento(3)
- Mauro Caminha Sobre As Águas — §4Logo que pisou terra, voltando a si, olhou para trás e viu que correra em cima das águas. E, como não podia presumir que isto deveras tivesse acontecido, cheio de admiração temeu o fato. Voltando ao Pai, contou-lhe o sucedido. O venerável Bento começou, então, a atribuir o caso não aos próprios méri
- A Farinha que Apareceu em Época de Fome — §3Nem sempre, Pedro, o espírito de profecia ilumina a mente dos profetas, pois, como está escrito do Espírito Santo que “sopra onde quer” (Jo 3,8), também se deve entender que sopra quando quer. Vem daí que Natã, interrogado pelo rei se podia construir o templo, primeiro consentiu e depois proibiu (2R
- O Tonel que Apareceu Cheio de Azeite — §2Então, mais uma vez admoestou o irmão pusilânime e desobediente a ter confiança e humildade. O monge, argüido, corou de vergonha, porquanto o venerável Pai acabava de comprovar com um milagre o mesmo poder de Deus onipotente que em sua admoestação lhe recordara. A partir de então, não havia mais que
Apoftegmas dos Padres do Deserto(10)
- Abade Antão §7Disse o Abade Antão: “Vi todas as armadilhas do inimigo estendidas sobre a terra, e, gemendo, perguntei: 'Quem escapará a elas?'. Ouvi então uma voz que me dizia: 'A humildade'“.
- Abade Arsênio §16Diziam os anciãos que certa vez foram doados aos solitários da Cétia alguns poucos figos secos; já, porém, que não pareciam de valor nenhum, não mandaram parte ao Abade Arsênio, intencionando poupar-lhe uma ofensa. O ancião, tendo ouvido isto, não compareceu à sinaxe (2), alegando: “Vós me excomunga
- Abade Aquiaz §6De outra feita um famoso ancião da Tebaida foi procurar o Abade Aquilaz, e disse-lhe: “Abade, sou impelido a lutar contra ti”. Aquele respondeu: “Vai, ancião, também tu agora és movido contra mim?” O ancião, por humildade, respondeu: “Sim, Abade”. Ora, havia lá sentado junto à porta um velho cego e
- Abade Daniel §3Contou o Abade Daniel: “Havia na Babilônia a filha de um magistrado que estava possessa do demônio. Ora o pai dela tinha amizade com um certo monge, o qual lhe disse: ‘Ninguém pode curar a tua filha senão os anacoretas que conheço; se, porém, os chamares, não suportarão fazê-lo, por motivo de humild
- Eucaristo, O Secular §1Dois dos Pais pediram a Deus que lhes revelasse a que grau de virtude haviam chegado. Desceu a elas uma voz, que dizia: “Em tal aldeia do Egito há um homem que vive no século, chamado Eucaristo; sua esposa tem por nome Maria. Ainda não chegastes ao grau de santidade deles”. Levantaram-se, então, os
- Abade Euprépio §5Um irmão perguntou ao mesmo ancião: “Como é que o temor de Deus entra na alma?” Respondeu o ancião: “Se o homem possui a humildade, a pobreza e o hábito de não julgar, entra nele o temor de Deus”.
- Abade Euprépio §6O mesmo disse: “Temor, humildade, carência de alimento e pranto permaneçam contigo”.
- Madre Teodora §1Perguntou a Madre Teodora ao Arcebispo Teófilo o que significa a palavra do Apóstolo: “Resgatando o tempo” (1). Este respondeu-lhe: “O Apóstolo indica o que se lucra. Assim: vives um tempo de injúrias? Resgata esse tempo de injúrias com a humildade e a paciência, e tira daí um lucro para ti. Vives u
- Madre Teodora §6Dizia igualmente: “Não é a ascese, não são as vigílias nem as fadigas de qualquer espécie que salvam, e, sim a genuína humildade. Com efeito, havia um eremita que expulsava demônios, aos quais perguntou certa vez: ‘Como haveis de sair? Pelo jejum?’ Eles responderam: ‘Nós nem comemos nem bebemos’. –
- Abade João Curto §13A respeito do Abade João Curto contou o Abade Poimém que ele rogou a Deus e lhe foram tiradas as paixões, ficando imune de solicitudes. Foi então procurar um ancião, a quem disse: “Vejo-me tranquilo, isento de qualquer luta”. Respondeu o ancião: “Vai, e pede a Deus que te seja restituída a pugna, as
Orações(2)
- Magnificat (Cântico de Maria)A minha alma engrandece o Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, porque olhou para a humildade de Sua serva. Doravante todas as gerações me chamarão bem-aventurada, porque o Todo-po
- Oração de São Tomás de Aquino Antes da ComunhãoDeus todo-poderoso e eterno, eis que me aproximo do Sacramento do Vosso Filho Unigênito, nosso Senhor Jesus Cristo. Aproximo-me como enfermo ao médico da vida, como impuro à fonte da misericórdia, com
Santos Beneditinos(1)
Temas(1)
Glossário(4)
- Guarda do coraçãoVigilância sobre os pensamentos, herdada dos Padres do Deserto: perceber o pensamento que chega, discerni-lo, não o deixar virar consentimento. São Bento a resume no primeiro grau da humildade, viver
- HumildadeVirtude central na espiritualidade beneditina. São Bento dedica o maior capítulo da Regra (Cap. 7) aos doze graus da humildade, que formam uma escada espiritual. A humildade é verdade, não autodepreci
- ObediênciaVirtude central na Regra de São Bento, que a coloca como o primeiro grau da humildade. A obediência beneditina é escuta atenta, não submissão cega (do latim ob-audire, ouvir com atenção). O monge obed
- PerseverançaConstância no caminho espiritual, mesmo na aridez e na dificuldade. São Bento encerra o Prólogo com um convite à perseverança: "Não abandonando jamais o seu magistério, perseverando no mosteiro até a