Novidade: O app Ora et Labora chegou para iPhone e Android. App disponível para iPhone e Android. Conheça →
Busca
Buscar na tradição
Uma busca só para todo o acervo — e, quando você digita uma referência (Jo 3,16, RB 7, §1806), ela leva direto ao texto.
80 resultados para “silêncio”.
Bíblia(10)
- Gênesis 24,21Ora ele contemplava-a em silêncio, querendo saber se o Senhor teria ou não tornado feliz a sua viagem.
- Gênesis 24,45Ora, enquanto eu considerava comigo em silêncio estas coisas, apareceu Rebeca, que vinha com o cântaro ao ombro, desceu à fonte e tirou água. Eu disse-lhe: Dá-me um pouco de beber.
- Gênesis 37,11Seus irmãos, por isto, tinham-lhe inveja; porem o pai meditava a coisa em silêncio.
- Deuteronômio 27,9Moisés e os sacerdotes da linhagem de Levi disseram a todo o Israel: Guarda silêncio e ouve, ó Israel; hoje tornaste-te o povo do Senhor teu Deus;
- Livro Dos Juízes 3,19Voltando de Galgala, onde estavam os ídolos, disse ao rei: Tenho que dizer-te, ó rei, uma palavra em segredo. O rei impôs-lhe silêncio, e, tendo saído todos os que o rodearam,
- Livro Dos Juízes 16,2Tendo ouvido os Filisteus que Sansão havia entrado na cidade, cercaram-no, pondo guardas às portas da cidade, esperando-o ali toda a noite em silêncio, para o matarem pela manhã, ao sair.
- Primeiro Livro Dos Reis 3,20Levantando-se no mais profundo silêncio da noite, tirou-me o meu filho do meu lado, quando eu, tua escrava, dormia, pô-lo junto de si, e pôs junto de mim o seu filho, que estava morto.
- Neemias 5,8e disse-lhe: Nós, como sabeis, segundo as nossas posses, resgatámos os Judeus nossos irmãos, que tinham sido vendidos aos gentios; e vós vendereis agora vossos irmãos, para que nós os tenhamos de resgatar (novamente)? Eles ficaram em silêncio, e não souberam que me responder.
- Neemias 8,7Josué, Bani, Serebias, Jamin, Acub, Septai, Odias, Maasias, Celita, Azarias, Jozabed, Hanan, Falaia e os outros Levitas faziam estar o povo em silêncio, para ouvir a lei; cada um conservava-se no seu lugar.
- Neemias 8,11Os Levitas faziam estar todo o povo em silêncio, dizendo: Estai calados, não vos aflijais, porque este dia é santo.
Regra de São Bento(9)
- Capítulo 6 — Do silêncioAqui mostra o Profeta que, se, às vezes, se devem calar mesmo as boas conversas, por causa do silêncio, quanto mais não deverão ser suprimidas as más palavras, por causa do castigo do pecado?
- Capítulo 6 — Do silêncioPor isso, ainda que se trate de conversas boas, santas e próprias a edificar, raramente seja concedida aos discípulos perfeitos licença de falar, por causa da gravidade do silêncio,
- Capítulo 7 — Da humildadeO nono grau da humildade consiste em que o monge negue o falar a sua língua, entregando-se ao silêncio; nada diga, até que seja interrogado,
- Capítulo 38 — Do leitor semanárioFaça-se o máximo silêncio, de modo que não se ouça nenhum cochicho ou voz, a não ser a do que está lendo.
- Capítulo 42 — Que ninguém fale depois das CompletasOs monges devem, em todo tempo, esforçar-se por guardar o silêncio, mas principalmente nas horas da noite.
- Capítulo 42 — Que ninguém fale depois das CompletasSe alguém for encontrado transgredindo esta regra do silêncio, seja submetido a severo castigo;
- Capítulo 48 — Do trabalho manual cotidianoDepois da sexta, levantando-se da mesa, repousem em seus leitos com todo o silêncio; se acaso alguém quiser ler, leia para si, de modo que não incomode a outro.
- Capítulo 52 — Do oratório do mosteiroTerminado o Ofício Divino, saiam todos com sumo silêncio e tenha-se reverência para com Deus;
- Capítulo 52 — Do oratório do mosteiroSe também outro, porventura, quiser rezar em silêncio, entre simplesmente e ore, não com voz clamorosa, mas com lágrimas e pureza de coração.
Catecismo(10)
- §498Tem, por vezes, causado impressão o silêncio do Evangelho de São Marcos e das epístolas do Novo Testamento sobre a conceição virginal de Maria Também foi questionado, se não se trataria aqui de lendas ou construções teológicas fora do âmbito da historicidade. A isto há que responder: a fé na conceição virginal de Jesus encontrou viva oposição, troça ou incompreensão por parte dos não-crentes, judeus e pagãos ; mas não tinha origem na mitologia pagã, nem era motivada por qualquer adaptação às ideias do tempo. O sentido deste acontecimento só é acessível à fé. que o vê no «nexo que liga os mistérios entre si» , no conjunto dos mistérios de Cristo, da Encarnação até à Páscoa. Já Santo Inácio de Antioquia fala deste nexo: «O príncipe deste mundo não teve conhecimento da virgindade de Maria e do seu parto, tal como da morte do Senhor: três mistérios extraordinários, que se efectuaram no silêncio de Deus» .
- §516Toda a vida de Cristo é revelação do Pai: as suas palavras e actos, os seus silêncios e sofrimentos, a maneira de ser e de falar. Jesus pode dizer: «Quem Me vê, vê o Pai» (Jo 14, 9); e o Pai: «Este é o meu Filho predilecto: escutai-O» (Lc 9, 35). Tendo-Se nosso Senhor feito homem para cumprir a vontade do Pai , os mais pequenos pormenores dos seus mistérios manifestam «o amor de Deus para connosco» .
- §533A vida oculta de Nazaré permite a todos os homens entrar em comunhão com Jesus, pelos diversos caminhos da vida quotidiana: «Nazaré é a escola em que se começa a compreender a vida de Jesus, é a escola em que se inicia o conhecimento do Evangelho [...] Em primeiro lugar, uma lição de silêncio. Oh! se renascesse em nós o amor do silêncio, esse admirável e indispensável hábito do espírito [...]! Uma lição de vida familiar Que Nazaré nos ensine o que é a família, a sua comunhão de amor, a sua austera e simples beleza, o seu carácter sagrado e inviolável [...]. Uma lição de trabalho, Nazaré, a casa do "Filho do carpinteiro"! Aqui desejaríamos compreender e celebrar a lei, severa mas redentora, do trabalho humano [...] Daqui, finalmente, queremos saudar os trabalhadores de todo o mundo e mostrar-lhes o seu grande modelo, o seu Irmão divino»
- §534O reencontro de Jesus no templo é o único acontecimento que quebra o silêncio dos evangelhos sobre os anos ocultos de Jesus. Nele, Jesus deixa entrever o mistério da sua consagração total à missão decorrente da sua filiação divina: «Não sabíeis que Eu tenho de estar na casa do meu Pai?». Maria e José «não compreenderam» esta palavra, mas acolheram-na na fé, e Maria «guardava no coração todas estas recordações», ao longo dos anos em que Jesus permaneceu oculto no silêncio duma vida normal.
- §561«Toda a vida de Cristo foi um contínuo ensinamento: os seus silêncios, os seus milagres, os seus gestos, a sua oração, o seu amor pelo homem, a sua predilecção pelos pequenos e pelos pobres, a aceitação do sacrifício total na cruz pela redenção do mundo, a sua ressurreição tudo é actuação da sua palavra e cumprimento da Revelação» .
- §635Cristo, portanto, desceu aos abismos da morte , para que «os mortos ouvissem a voz do Filho do Homem e os que a ouvissem, vivessem» (Jo 5, 25). Jesus, «o Príncipe da Vida» , «pela sua morte, reduziu à impotência aquele que tem o poder da morte, isto é, o Diabo, e libertou quantos, por meio da morte, se encontravam sujeitos à servidão durante a vida inteira» (Hb 2, 14-15). Desde agora, Cristo ressuscitado «detém as chaves da morte e do Hades» (Ap 1, 18) e «ao nome de Jesus todos se ajoelhem, no céu, na terra e nos abismos» (Fl 2, 10). «Um grande silêncio reina hoje sobre a terra; um grande silêncio e uma grande solidão. Um grande silêncio, porque o rei dorme. A terra estremeceu e ficou silenciosa, porque Deus adormeceu segundo a carne e despertou os que dormiam há séculos [...]. Vai à procura de Adão, nosso primeiro pai, a ovelha perdida. Quer visitar os que jazem nas trevas e nas sombras da morte. Vai libertar Adão do cativeiro da morte. Ele que é ao mesmo tempo seu Deus e seu filho [...] "Eu sou o teu Deus, que por ti me fiz teu filho [...] Desperta tu que dormes, porque Eu não te criei para que permaneças cativo no reino dos mortos: levanta-te de entre os mortos; Eu sou a vida dos mortos"» .
- §920Os eremitas nem sempre fazem profissão pública dos três conselhos evangélicos; mas, «por meio de um mais estrito apartamento do mundo, do silêncio na solidão, da oração assídua e da penitência, consagram a sua vida ao louvor de Deus e à salvação do mundo» .
- §921Os eremitas manifestam o aspecto interior do mistério da Igreja que é a intimidade pessoal com Cristo. Oculta aos olhos dos homens, a vida do eremita é pregação silenciosa d'Aquele a Quem entregou a sua vida. Cristo é tudo para ele. É uma vocação especial para encontrar no deserto, no próprio combate espiritual, a glória do Crucificado.
- §1177Os hinos e as preces litânicas da Liturgia das Horas inserem a oração dos salmos no tempo da Igreja, exprimindo o simbolismo do momento do dia, do tempo litúrgico ou da festa celebrada. Além disso, a leitura da Palavra de Deus em cada Hora (com os responsórios ou tropários que a seguem) e, em certas horas, as leituras dos Padres e mestres espirituais, revelam mais profundamente o sentido do mistério celebrado, ajudam a compreender os salmos e preparam para a oração silenciosa. A lectio divina, na qual a Palavra de Deus é lida e meditada para se tornar oração, é deste modo enraizada na celebração litúrgica.
- §1185A reunião do povo de Deus começa pelo Baptismo. Por isso, a igreja deve ter um lugar apropriado para a celebração do Baptismo (baptistério) e favorecer a lembrança das promessas do Baptismo (água benta). A renovação da vida baptismal exige a Penitência. Por isso, a igreja deve prestar-se à expressão do arrependimento e à recepção do perdão dos pecados, o que reclama um lugar apropriado para acolher os penitentes. A igreja deve ser, também, um espaço que convide ao recolhimento e à oração silenciosa, que prolongue e interiorize a grande oração da Eucaristia.
Documentos da Igreja(10)
- Sacrosanctum Concilium — §30Para fomentar a participação activa, promovam-se as aclamações dos fiéis, as respostas, a salmodia, as antífonas, os cânticos, bem como as acções, gestos e atitudes corporais. Não deve deixar de observar-se, a seu tempo, um silêncio sagrado.
- Gaudium et Spes — §20O ateísmo moderno apresenta muitas vezes uma forma sistemática, a qual, prescindindo de outros motivos, leva o desejo de autonomia do homem a um tal grau que constitui um obstáculo a qualquer dependência com relação a Deus. Os que professam tal ateísmo, pretendem que a liberdade consiste em ser o ho
- Marialis Cultus — §51Em tempos recentes, vieram a ser criados alguns pios exercícios, que vão buscar inspiração ao santo Rosário. Entre estes, queremos fazer menção e recomendar os que inserem no esquema habitual das celebrações da Palavra de Deus alguns elementos típicos do mesmo Rosário, como por exemplo, a meditação
- Evangelii Nuntiandi — §21E esta Boa Nova há de ser proclamada, antes de mais, pelo testemunho. Suponhamos um cristão ou punhado de cristãos que, no seio da comunidade humana em que vivem, manifestam a sua capacidade de compreensão e de acolhimento, a sua comunhão de vida e de destino com os demais, a sua solidariedade nos e
- Evangelii Nuntiandi — §25Na mensagem que a Igreja anuncia, há certamente muitos elementos secundários. A sua apresentação depende, em larga escala, das circunstâncias mutáveis. Também eles mudam. Entretanto, permanece sempre o conteúdo essencial, a substância viva, que não se poderia modificar nem deixar em silêncio sem des
- Evangelii Nuntiandi — §69Os religiosos, por sua vez, têm na sua vida consagrada um meio privilegiado de evangelização eficaz. Pelo mais profundo do seu ser, eles situam-se de fato no dinamismo da Igreja, sequiosa do Absoluto de Deus e chamada à santidade. É dessa santidade que dão testemunho. Eles encarnam a Igreja desejosa
- Sollicitudo Rei Socialis — §19Há outro fenómeno, também ele típico do período mais recente - embora não se encontre em toda a parte - que é sem dúvida igualmente indicativo da interdependência existente entre os países desenvolvidos e os menos desenvolvidos. É a questão da dívida internacional, a que a Pontifícia Comissão Iustit
- Sollicitudo Rei Socialis — §20Se, chegados a este ponto, examinarmos as causas deste grave atraso no processo do desenvolvimento, que se deu em sentido oposto às indicações da Encíclica Populorum Progressio, a qual tinha despertado tantas esperanças, a nossa atenção detém-se, de modo particular, sobre as causas políticas da situ
- Redemptoris Missio — §46O anúncio da Palavra de Deus visa a conversão cristã, isto é, a adesão plena e sincera a Cristo e ao seu Evangelho, mediante a fé. A conversão é dom de Deus, obra da Trindade: é o Espírito que abre as portas dos corações, para que os homens possam acreditar no Senhor e « confessá-l'O » (1Cor 12, 3).
- Evangelium Vitae — §24É no íntimo da consciência moral que se consuma o eclipse do sentido de Deus e do homem, com todas as suas múltiplas e funestas consequências sobre a vida. Em questão está, antes de mais, a consciência de cada pessoa, onde esta, na sua unicidade e irrepetibilidade, se encontra a sós com Deus. [18] M
Vida de São Bento(8)
- Prefácio de São Gregório Magno aos Quatro Livros dos Diálogos — §1Abatido, um dia, por causa da excessiva afluência de alguns seculares - aos quais, em suas dificuldades, somos muitas vezes obrigados a pagar até o que sem dúvida não devemos -, procurei um lugar retirado, amigo de minhas mágoas, onde pudesse ver com clareza tudo que me desagradava em minhas ocupaçõ
- Prefácio de São Gregório Magno aos Quatro Livros dos Diálogos — §5Não sabia que na Itália alguns homens brilharam notavelmente pelas virtudes de sua vida. Ignoro, pois, quem são estes cuja comparação te inflama. Não duvido, é verdade de que houve neste país homens bons, mas penso que ou não operaram absolutamente sinais e milagres, ou, se os operaram, foram até ho
- O Copo de Vidro Quebrado com o Sinal da Cruz — §15Por causa de quem ficaria ó santo homem ali, pendo todos em peso contra si? Muitas vezes, também, no espírito dos perfeitos se dá uma coisa que não devemos passar em silêncio: vendo sem resultado o seu esforço, passam a outro lugar, onde trabalhem com fruto. Por este motivo, aquele grande pregador,
- O Pão Envenenado que o Corvo Levou Para Longe — §18Não podendo suportar tudo isso em silêncio, o antigo inimigo oferecia-se aos olhos do Pai, não mais ocultamente ou em sonhos, mas em visão manifesta, e queixava-se, com tais clamores, de sofrer violência, que também os irmãos lhe podiam escutar os gritos, sem, todavia, lhe discernir a figura. Confor
- Bento Descobre o Disfarce do Rei Tótila — §1Convém, Pedro, que por enquanto te mantenhas em silêncio, para que aprendas coisas ainda maiores.
- O Moço Curado da Lepra — §1Também não quero passar em silêncio o que ouvi do ilustre varão Antônio. Este contava que um servo de seu pai fora atacado de lepra, a ponto de já se lhe entumecer a pele, caírem os pêlos, e não poder ele esconder o pus cada vez mais abundante. Mandado ao homem de Deus pelo pai de Antônio, o enfermo
- Bento Anuncia Aos Irmãos a Sua Morte — §1No mesmo ano em que devia partir desta vida, anunciou o dia de sua santíssima morte a alguns discípulos que com ele viviam e a outros que moravam longe. Aos presentes acrescentou que guardassem em silêncio o que ouviram, e aos ausentes ainda deu a saber o sinal que se produziria para eles quando a a
- A Mulher Louca Curada na Gruta do Santo — §8Temos agora de interromper por um pouco a conversa, para que, já que pretendemos narrar milagres de outros, no entretempo reparemos as forças pelo silêncio.
Apoftegmas dos Padres do Deserto(10)
- Abade Arsênio §7Certa vez o bem-aventurado arcebispo Teófilo, acompanhado de um magistrado, foi ter com o Abade Arsênio. Pedia ao ancião que lhes desse a ouvir uma palavra. Após breve intervalo de silêncio, o ancião respondeu-lhe: “E, se eu vos disser a palavra, guardá-la-eis?” Prometeram guardá-la. Disse-lhes entã
- Abade Arsênio §38A respeito de certo irmão que fora à Cétia para ver o Abade Arsênio, narravam o seguinte: Entrou na igreja e pedia aos clérigos que lhe fizessem encontrar o Abade Arsênio. Disseram-lhe: “Sossega um pouco, irmão, e hás de vê-lo”. O mesmo retrucou: “Nada provarei enquanto não o encontrar”. Ora, já que
- Abade Arsênio §43Contou de novo o Abade Daniel a respeito do Abade Arsênio: “Certa vez chamou os meus Pais, os Abades Alexandre e Zoilo, e, humilhando-se, disse-lhes: “Pois que os demônios me assaltam e não sei se no sono me insinuam sorrateiramente, ao menos esta noite lutai comigo e observai se adormeço em vez de
- Abade Agatão §15Diziam do Abade Agatão que passou três anos com uma pedra na boca até que adquiriu o hábito do silêncio.
- Abade Agatão §16Referiam também dele e do Abade Amum que, quando vendiam algum objeto, diziam uma vez o preço, e, o que se lhes dava, recebiam-no em silêncio e tranquilidade. Igualmente, quando queriam comprar alguma coisa, davam com silêncio o que se lhes dizia e tomavam o objeto, sem proferir nada absolutamente.
- Abade André §1Dizia o Abade André: “Convém ao monge estas três coisas: o ser peregrino, a pobreza, o silêncio no sofrimento”.
- Abade Evágrio §1Disse o Abade Evágrio: “Quando estiveres sentado na cela, recolhe o teu espírito, recorda-te do dia da morte, considera o desfalecimento do corpo, pensa na desgraça; assume a labuta, condena a loucura que há pelo mundo, e isto, para que possas permanecer sempre nos propósito de vida retirada e não f
- Abade Zeno §8Narravam que numa aldeia havia alguém que jejuava muito, de modo que lhe tinham dado a alcunha de “o Jejuador”. Tendo o Abade Zeno ouvido falar dele, mandou-o chamar. Aquele veio com alegria. Tendo feito oração, sentaram-se; e o ancião pôs-se a trabalhar em silêncio. Não encontrando como conversar c
- Abade Zacarias §5O Abade Poimém narrou que o Abade Moisés perguntou ao Abade Zacarias quando este estava para morrer: “Que vês?” Respondeu-lhe: “Então não é melhor o silêncio, ó Pai?” Disse: “Sim, filho, permanece calado”. E na hora da morte do mesmo o Abade Isidoro, sentado, olhou para o céu, e disse: “Regozija-te,
- Abade Teodoro De Ferma §6Certa vez o Abade Teodoro se achava em agradável companhia com os irmãos. Estando eles à mesa com reverência se serviam dos cálices, em silêncio, porém, sem dizer: “Perdão”. Disse, então, o Abade Teodoro: “Os monges perderam a sua nobreza, o costume de dizer: ‘Perdão’”.
Orações(2)
- Novena a São BentoA Novena a São Bento, padroeiro da Missão Tenda do Senhor, é rezada em nove dias, de 2 a 10 de julho, véspera da Solenidade do Patriarca dos monges do Ocidente, em 11 de julho. A cada dia: uma sentenç
- Novena a Nossa SenhoraOração para todos os dias da novena: Virgen Santíssima e Imaculada, Minha Mãe Maria, a Vós, que sois a Mãe do meu Senhor, a Rainha do mundo, a advogada, a esperança e o refúgio dos pecadores, recorro
Santos Beneditinos(2)
- São Pedro Orseolo — Doge de Veneza, monge camaldulensePedro Orseolo nasceu em Veneza, de família patrícia. Jovem, tornou-se almirante da frota veneziana e combateu piratas dálmatas. Eleito doge em 976 após a queda do antecessor, governou Veneza com sabed
- São João Gualberto — Fundador dos VallombrosanosJoão Gualberto nasceu em Florença, de família nobre. Juvenil e impetuoso, buscou vingar a morte de um irmão. Ao encontrar o assassino desarmado, numa Sexta-feira Santa, este ajoelhou-se e pediu perdão
Mosteiros(7)
- Mosteiro da Virgem de Guadalupe — São Mateus/ESFundado em 27 de fevereiro de 1994, o Mosteiro da Virgem de Guadalupe foi construído entre 1992 e 1994 como projeto do segundo bispo de São Mateus, Dom Aldo. A comunidade de monjas e oblatos seculares
- Mosteiro do Encontro — Mandirituba/PRO Mosteiro do Encontro, em Mandirituba, no Paraná, é uma comunidade de Monjas Beneditinas da Rainha dos Apóstolos, fundada em 1999 e inaugurada em 2008. As monjas vivem segundo a Regra de São Bento nu
- Abadia da Ressurreição — Ponta Grossa/PRA Abadia da Ressurreição, em Ponta Grossa, pertence à Congregação Sublacense-Cassinense. A comunidade vive a tradição beneditina com ênfase no canto gregoriano, celebrado em todas as horas do Ofício D
- Mosteiro da Virgem — Petrópolis/RJO Mosteiro da Virgem é uma comunidade de monjas beneditinas em Petrópolis, na serra fluminense. Fundada em Roma em 1925 como Companhia da Virgem, a comunidade chegou a Petrópolis em outubro de 1937, i
- Mosteiro de Nossa Senhora Medianeira — Ivorá/RSFundado em 21 de novembro de 1984 (Festa da Apresentação de Nossa Senhora) como um novo "Deserto Cartusiano", a cerca de 45 km de Santa Maria. O Mosteiro de Nossa Senhora Medianeira é a única Cartuxa
- Mosteiro de São João — Campos do Jordão/SPO Mosteiro de São João, fundado em 1964 na Vila Abernéssia em Campos do Jordão, é uma comunidade de monjas beneditinas da Congregação Beneditina do Brasil. Situado na serra da Mantiqueira, em ambiente
- Abadia de Santa Maria — São Paulo/SPA Abadia de Santa Maria, fundada em 1911, é a primeira abadia beneditina feminina das Américas. Localizada no bairro Tremembé, zona norte de São Paulo, a comunidade de monjas beneditinas vive a vida c
Temas(1)
Glossário(10)
- ApoftegmaDito ou sentença breve dos Padres do Deserto, transmitido oralmente e depois compilado em coleções. Os apoftegmas são respostas concretas a perguntas espirituais: "Abba, dize-me uma palavra." São péro
- Bênção da mesaOração com que se abençoa a refeição antes de comer e se dá graças ao terminar, do latim benedictio mensae. No mosteiro, a mesa é lugar de silêncio e escuta: a Regra de São Bento manda que as refeiçõe
- ClausuraEspaço reservado do mosteiro onde vivem os monges ou monjas, ao qual o acesso é restrito. A clausura protege o silêncio e o recolhimento necessários à vida contemplativa. São Bento prevê que o mosteir
- CompletasÚltima oração do dia, rezada antes de dormir. O nome vem do latim completorium (conclusão). Após as Completas, inicia-se o Grande Silêncio: ninguém mais fala até as Laudes do dia seguinte. É uma oraçã
- ContemplaçãoO quarto e último passo da Lectio Divina: o momento de estar na presença de Deus, em silêncio, sem palavras nem pensamentos. A contemplação não se conquista; recebe-se como dom, quando se está dispost
- Pax"Paz", palavra que aparece nos brasões e portais de muitos mosteiros beneditinos. Expressa o ideal de paz interior e comunitária que a vida monástica busca cultivar. É fruto da vida ordenada em Deus:
- Regra de São BentoTexto escrito por São Bento de Núrsia no século VI, composto por um Prólogo e 73 capítulos. É o documento fundante da vida monástica no Ocidente. Organiza todos os aspectos da vida comunitária: oração
- RubricaInstrução litúrgica impressa em vermelho (ruber, em latim), que diz o que fazer, quem fala e que gestos acompanham a oração. A rubrica não se reza em voz alta; conduz em silêncio quem reza.
- SilêncioPrática fundamental na vida monástica, tratada por São Bento no capítulo 6 da Regra. O silêncio beneditino é presença de atenção, o espaço onde a escuta de Deus se torna possível. São Bento cita o Pro
- StatioBreve pausa em silêncio antes de uma ação importante, sobretudo antes de entrar no coro para o Ofício. A comunidade se recolhe, o corpo se aquieta, o coração chega. A statio ensina a não atravessar as