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Capítulo 36 · Leitura 75 de 122

Dos irmãos enfermos

1 min de leitura

M

15 de março · 15 de julho · 14 de novembro

RB 36,1-10

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1

Antes de tudo e acima de tudo deve tratar-se dos enfermos de modo que se lhes sirva como verdadeiramente ao Cristo,

2

pois Ele disse: "Fui enfermo e visitastes-me"

3

e "Aquilo que fizestes a um destes pequeninos, a mim o fizestes".

4

Mas que os próprios enfermos considerem que são servidos em honra a Deus e não entristeçam com sua superfluidade aos irmãos que lhes servem.

5

No entanto, devem os doentes ser levados pacientemente, porque por meio deles se adquire recompensa mais copiosa.

6

Portanto, tenha o abade o máximo cuidado para que não sofram nenhuma negligência.

7

Haja uma cela destinada especialmente a estes irmãos enfermos, e um servo temente a Deus, diligente e solícito.

8

O uso dos banhos seja oferecido aos doentes sempre que convém; mas aos sãos, e sobretudo aos jovens, seja raramente concedido.

9

Também a alimentação de carnes seja concedida aos enfermos por demais fracos, para que se restabeleçam, mas logo que tiverem melhorado abstenham-se todos de carnes, como de costume.

10

Que tenha, pois, o Abade o máximo cuidado em que os enfermos não sejam negligenciados nem pelos Celeireiros nem pelos que lhes servem, pois sobre ele recai qualquer falta que tenha sido cometida pelos discípulos.

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