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Capítulo 43 · Leitura 82 de 122

Dos que chegam tarde ao Ofício Divino ou à mesa

2 min de leitura

M

22 de março · 22 de julho · 21 de novembro

RB 43,1-12Os que chegam tarde ao Ofício Divino

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1

Na hora do Ofício Divino, logo que for ouvido o sinal, deixando tudo que estiver nas mãos, corra-se com toda a pressa,

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mas com gravidade, para que a escurrilidade não encontre incentivo.

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Portanto nada se anteponha ao Ofício Divino.

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Se alguém chegar às Vigílias noturnas depois do "Glória" do salmo nonagésimo quarto, que, por isso, queremos que seja dito de modo muito prolongado e vagarosamente, não fique no lugar de sua ordem no coro,

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mas no último de todos ou em lugar à parte determinado pelo Abade para tais negligentes, a fim de que sejam vistos por ele e por todos;

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até que, terminado o Ofício Divino, faça penitência por pública satisfação.

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Se achamos que devem ficar no último lugar ou em lugar separado, é para que, vistos por todos, ao menos, pela própria vergonha, se emendem.

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Pois se permanecessem fora do oratório, haveria talvez algum que ou se acomodaria novamente e dormiria, ou então se assentaria do lado de fora, ou se entregaria a conversas e daria ocasião ao maligno;

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entrem, pois, no recinto para que nem tudo percam e daí por diante, se emendem.

10

Nas Horas diurnas, o que ainda não tiver chegado ao Ofício Divino depois do versículo e do "Glória" do primeiro salmo que se diz depois do referido versículo, fique no último lugar, conforme a lei que estabelecemos acima:

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nem presuma associar-se ao coro dos que salmodiam, até que tenha feito satisfação, a não ser que o Abade, pelo seu perdão, dê licença,

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mas, ainda assim, que o culpado satisfaça por essa falta.

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