Capítulo 58 · Leitura 102 de 122
Da maneira de proceder à recepção dos irmãos
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11 de abril · 11 de agosto · 11 de dezembro
RB 58,1-16 — O noviciado e as provas
Portanto, se aquele que vem, perseverar batendo à porta e se depois de quatro ou cinco dias, sendo-lhe feitas injúrias e dificuldade para entrar, parece suportar pacientemente e persistir no seu pedido
Seja designado para eles um dos mais velhos, que seja apto a obter o progresso das almas e que se dedique a eles com todo o interesse.
Que haja solicitude em ver se procura verdadeiramente a Deus, se é solícito para com o Ofício Divino, a obediência e os opróbrios.
Sejam-lhe dadas a conhecer, previamente, todas as coisas duras e ásperas pelas quais se vai a Deus.
Se prometer a perseverança na sua estabilidade, depois de decorridos dois meses, leia-se-lhe por inteiro esta Regra,
e diga-se-lhe: Eis a lei sob a qual queres militar: se podes observála entra; mas se não podes, sai livremente.
Se ainda ficar, seja então conduzido à referida cela dos noviços e seja de novo provado, em toda paciência.
E se, tendo deliberado consigo mesmo, prometer guardar todas as coisas e observar tudo quanto lhe for ordenado, seja então recebido na comunidade,
sabendo estar estabelecido, pela lei da Regra, que a partir daquele dia não lhe é mais lícito sair do mosteiro,
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